migos, o futebol é recheado de clichês.
Um dos mais conhecidos diz que quem não faz, leva.
Um impetuoso Grêmio poderia ter retornado do vestuário para o segundo tempo com a fatura liquidada.
Voltou com um minguado 1 a 0, gol de Suárez, anotado logo aos 11 minutos.
O mesmo Suárez perderia uma penalidade, defendida pelo goleiro Caíque, o melhor da partida.
Caíque cometeria ainda três milagres.
Não seria exagero nenhum de o Grêmio virasse fazendo 5 a 0. Ficou baratíssimo para o Ypiranga.
O segundo tempo, bem, foi outro jogo.
Porque o Grêmio praticamente inexistiu.
O time não voltou do vestiário.
Incrível a diferença de postura.
Aos 20min, Kannemann cometeu pênalti em Matheuzinho, outro destaque.
Erick cobrou e empatou: 1 a 1.
Nos acréscimos, outro pênalti de Kannemann.
Outro gol de Erick.
O segundo confronto, que poderia ser apenas para cumprir tabela para o Grêmio, ganhou dramaticidade.
Vantagem do Ypiranga, que se empatar na Arena vai para a final.
De quebra, o time de Erechim terminou com a invencibilidade do Grêmio na temporada.
Encerro com uma pergunta: onde se escondeu o time de Renato no segundo tempo?
Cartões amarelos: Robson, Júnior Sergipano e Islan (YPI); Suárez, Kannemann, Ferreira e Diego Souza
Cartões vermelhos: Kannemann
Ypiranga: Caíque; Robson (Yohan), Islan, Júnior Sergipano (Ronald), Patric Calmon; Lorran (Ralph), Mossoró, João Pedro (Jhonatan Ribeiro); Matheuzinho, MV (Wiliam Barbio), Erick
Grêmio: Adriel; Fábio (Thaciano), Bruno Alves, Kannemann, Diogo Barbosa; Villasanti, Carballo (Thiago Santos), Pepê (Ferreira), Bitello, Vina (Everton Galdino); Luis Suárez
