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Vai algum tempo, perguntaram para Koff se havia chance do Grêmio voltar ao Olímpico. Impossível, foi a resposta. Recentemente, Koff teria trocado o termo impossível por muito difícil. Uma simples ameaça de o Grêmio sair da Arena e voltar para o Olímpico provocaria um barulho daqueles. A Caixa, por exemplo, teria liberado R$ 300 milhões para a OAS construir na Azenha tendo em garantia o terreno onde está o Olímpico. O Olímpico ainda é do Grêmio. E os bancos que repassaram o dinheiro para a construção da Arena iriam cobrar a conta de quem? Lembrando que para voltar ao Olímpico o Grêmio terá que bancar uma reforma no Velho Casarão. Pode fazer mais, colocarem prática um antigo plano de construir ali, na Azenha, um novo estádio. Ah! Se perguntarem para Romildo qual a chance do Grêmio voltar ao Olímpico ele responderá que isto é impossível. Mas se as negociações da compra da gestão continuarem se arrastando, como ficará?