Ninguém jogou mais no país na temporada passada do que o Grêmio.
Não levou o Brasileiro porque deu prioridade para a Libertadores.
Acabou levando o tri da América.
Engrenagens de times de futebol demoram para azeitar e algumas vezes desazeitam (o neologismo é meu) de uma hora para outra.
O Grêmio vem de três anos azeitado e os indicativos é de que não será diferente em 2018.
O grupo principal se apresentou em 18 de janeiro.
Os titulares só entraram em campo em 3 de fevereiro pelo Gauchão.
Em um mês e meio em atividade o time mostrou em duas partidas padrão de excelência: nos primeiro tempo do Gre-Nal da fase de classificatória e no segundo tempo da goleada do clássico de domingo pelas quartas de final.
A máquina está aceitando cedo.
Sob o comando de Renato e usando o time principal são nove partidas em 2018: seis pelo regional (uma derrota e cinco vitórias), um pela Libertadores (empate fora de casa) e dois pela Recopa (empates, com o Grêmio levando o caneco nas penalidades).
Misturando tudo, são 18 pontos em 27 disputados, ou 55,5% de aproveitamento.
O aproveitamento não é lá estas coisas.
Porém o Grêmio já tem mais uma taça no museu e outra está a caminho.
Muito bom o texto Hiltor só uma ressalva quanto ao aproveitamento do time principal é 66,66% e não 55,5%.
Abraço. Giovani. Obrigado pela correção.
