No Dia da Criança o Figueirense fez a festa no Olímpico e o Grêmio brincou de Mandrake. O time catarinense anotou 3 a 1 e, segundo o treinador Roth, poderia ter marcado mais três ou quatro não fosse o goleiro Victor. Por alto, vai precisar de 92% de aproveitamento daqui para frente para obter uma vaga na Libertadores. A tendência é que fique na Sul-Americana. Isto se não degringolar depois da segunda derrota seguida.
O Grêmio foi bem até os 25min iniciais. Aos 33min levou um gol de Aloísio, jogador criado no Olímpico, e ali a casa caiu ou, como disse Roth, “o time entrou em parafuso”. Três minutos Juninho puxou um contra-ataque fulminante, entregou para Elias que chutou, pegando Victor no contra-pé: 2 a 0. Bem em campo, o Figueirense ainda contou com a sorte: o Grêmio meteu duas no poste.
O Grêmio ensaiou uma reação aos 23min finais. Douglas cruzou da direita e Edcarlos cabeceou para descontar. Esperança nas arquibancadas. Que durou três minutos. Aos 26, Wellington Nem invadiu a área, entortou Gilberto Silva, driblou Victor e guardou: 3 a 1. Os torcedores começaram a deixar o estádio.
Quem ficou assistiu, aos 33min, uma cena inusitada: o Figueirense tocar a bola na área do Grêmio, que brincou de Mandrake, deixando Rhayner chutar para fora. Um minuto depois, outro ataque perigoso. Neste momento o 3 a 1 já estava barato.
