O caso Adriel terminou não terminando.
Escrevi pouco ou quase nada sobre o assunto, que retomo.
O contrato e o administrador atual da carreira do goleiro termina em breve.
Adriel já teria assinado com o empresário Pablo Bueno, que representa também o atacante Ferreira.
O Grêmio estava negociando Ferreira para o Vasco.
O jogador, que chegou a estar em litígio com o clube, havia renovado no começo de 2022 com gatilhos salariais, estaria recebendo salário altíssimo para o futebol que entrega.
A renovação na época, hoje criticada pela atual direção, foi conduzida por Diego Cerri (executivo) e Serginho (Sérgio Vazques, diretor de futebol). O vice de futebol era Denis Abrahão.
Pablo Bueno ficou sabendo da negociação com o Vasco e teria peitado primeiro o presidente Guerra e, depois, o vice de futebol, Caleffi.
Na briga entre o mar e o rochedo, o marisco Adriel, deslumbrado com a titularidade, com a fama relâmpago e com o dinheiro que teria recebido de Pablo (teria, no condicional) foi escanteado.
Segue o barulho.
O Grêmio só não torna Bueno persona non grata porque prioriza a preservação do patrimônio.
