Nota do Grêmio Multicampeão nas redes sociais.
“21 de abril de 2002. Um Domingo, dia de Tiradentes. Neste dia, faltavam 40 dias para começar a Copa do Japão e da Coréia.
Nesta data, o Correio do Povo postou uma reflexão do nosso Patrono Hélio Dourado. Aos 72 anos, Dourado afirmou que o Grêmio não evoluiu administrativamente. E trazia uma solução: eleições diretas para presidente.
As vésperas do nosso Centenário, Dourado afirmava não ser, a época, uma unanimidade no clube. Afinal de contas, segundo o nosso Patrono, ele "Fala a verdade e isso dói".
Pois bem, 23 anos depois, os Conselheiros e dirigentes do clube seguem relutando em colocar em prática o caminho que, desde o início do Século, nosso Patrono já indicava.
Eleições diretas são perigosas, dizem. Há sim, o perigo. De o associado escolher quem tenha a melhor proposta, ao invés de eleger sempre os mesmos.
Cláusulas de barreira altas, filtro prévio de candidatos à presidência realizados pelo Conselho só possuem um propósito: usar de subterfúgios e moldar a democracia de tal forma que preserve sempre os interesses dos mesmos.
Chega de ter dirigentes que pensam só em si. Chegou a hora de pensarmos no Grêmio enquanto Instituição. Precisamos democratizar a participação dos nossos sócios e construir, junto com a nossa torcida, o melhor caminho para o nosso clube.
O Conselho possui papel de Aconselhar, de fiscalizar, de cobrar. O papel de decidir precisa ser do associado.
Maichel Mattiello / Movimento Grêmio Multicampeão”
Grêmio: “Chega de ter dirigentes que pensam só em si”
“Eleições diretas são perigosas, dizem. Há sim, o perigo. De o associado escolher quem tenha a melhor proposta, ao invés de eleger sempre os mesmos”
