Os números foram arredondados.
No segundo trimestre do ano passado o Grêmio faturou R$ 24.8 milhões (abril), R$ 39.3 milhões (maio) e 34.2 (junho).
Entre janeiro e março, o primeiro trimestre de 2019 o clube, arrecadou R$ 130,3 milhões.
Receita alavancada de forma substancial em fevereiro (R$ 72,3 milhões) pela venda de jogadores que colocou nos cofres R$ 47,5 milhões.
O realizado de seis meses passou dos R$ 200 milhões.
O realizado dos três primeiros meses deste ano atingiu R$ 93,3 milhões.
Bons números.
Mas até março o coronavírus não havia feito estrago.
O Gauchão foi interrompido em 15 de março.
É a partir desta data que os clubes começaram a enfrentar as fortes consequências financeiras da pandemia.
A primeira informação é de que entre os meses de abril, maio e junho de 2020 o Grêmio irá faturar cerca de R$ 40 milhões.
Faturou isto apenas num mês do ano passado, maio.
Dinheiro insuficiente para pagar três folhas de jogadores.
Explica-se a busca de recursos em bancos e a renegociação salarial com os jogadores em parcelas até 2022.
Grêmio e a queda na arrecadação
A primeira informação é de que entre os meses de abril, maio e junho de 2020 o Grêmio irá faturar cerca de R$ 40 milhões
