Romildo Bolzan, domingo, sobre a compra da gestão da Arena:
Tem uma barreira que cria uma condição definitiva e tem que ser resolvida até o fim do ano, sobre a questão do entorno.
Todas as partes já concordaram, mas tem uma pendência com a Caixa Econômica Federal, que é a questão com a Karagounis, sobre como ela participaria ou teria aval da Caixa para fazer essa financiação.
Neste momento, eu não vejo da Caixa a capacidade de dar este aval para a Karagounis para finalizar este acordo.
A Caixa tem uma resistência enorme, não entendeu o processo e sua direção está numa posição de extrema dificuldade para compor do ponto de vista técnico e do ajuste final.
E, se ela não tiver essa posição, não vai andar.
Este prazo para nós é muito rápido para dar o ok.
Eu, sinceramente, não vejo como ela vai solucionar isto.
Este prazo já passou, já venceu.
Estamos no aguardo de uma posição mais lúcida da Caixa.
Se não acontecer o acordo neste momento e nesta construção jurídica que foi montada para todo mundo participar, e rapidamente, toda a operação cai por terra.
Neste momento, trabalhamos em outras situações que possam suportar isso. Já comunicamos à prefeitura de Porto Alegre, vamos comunicar ao Ministério Público Estadual e aos parceiros que estão lá para resolver este assunto sem depender do aval da direção da Caixa.
Se não acontecer essa evolução, a operação cai, mas tenho muita segurança de que vamos conseguir uma alternativa.
O prazo fatal para isso tudo é o fim do ano.
Se não acontecer até o fim do ano, creio que nunca mais acontecerá outra possibilidade de esta operação ser finalizada.'
O Grêmio aguarda uma definição de Brasília.
Que pode acontecer a qualquer momento.
Há muito otimismo na Arena.
