Não vai muito tempo, Giovanni Forneck, conselheiro do clube e integrante do movimento Grêmio Multicampeão, perguntou na reunião extraordinária de quinta-feira que analisou o momento da instituição quando haverá realmente uma política institucional para o futebol.
Romildo Bolzan lembrou a formação de atletas, a qualificação da base e retrucou:
"Se tu achas que isso não é política institucional de futebol então eu não sei sobre que assunto estamos falando aqui hoje".
Disse que a grandeza do clube está sendo colocada em cheque pelos últimos dois meses e acrescentou:
"Isso dói. Questionar que o Grêmio não tem política de futebol por dois meses é complicado. Calma."
Tempos depois, como vice de futebol, Dênis Abrahão disparou: "Nós, Grêmio, cometemos alguns erros que não poderiam ser cometidos. Não foi por vontade própria, mas na tentativa de acertar. Houve fatos pitorescos, pequenos, que se tornaram grandes por falta de gestão. Não vi gestão no departamento de futebol".
Agora, Romildo diz ser possível a permancência de Diego Souza.
Dênis Abrahão sobre o atacante: "Vai ser difícil tornar competitivo. Queremos uma equipe que corra, dê carrinho e tenha marcação intensa. Ele não se enquadra nesse perfil".
Grêmio e as divergências
Dênis Abrahão vem divergindo do presidente Romildo Bolzan
