Com o futebol parado por causa da pandemia do coronavírus os clubes de futebol brasileiros estão vendo impotentes uma substancial diminuição nas suas receitas.
O total realizado pelo Grêmio no primeiro trimestre do ano passado ficou nos R$ 130 milhões. Este patamar não será atingido em 2020. As duas lojas Grêmio Mania (Arena e Andradas), por exemplo, deixaram R$ 1,3 milhão em 2019 e, hoje, estão fechadas.
O clube tem como principais receitas neste momento a negociação de três jogadores, entre eles Luan, pouco mais de R$ 40 milhões, cerca de R$ 20 milhões líquidos oriundos das mensalidades dos sócios e o dinheiro da TV, R$ 20 milhões somando regional e cota fixa da Globo.
O presidente Romildo Bolzan vê necessidade de buscar socorro nos bancos: "Não apenas o Grêmio, mas quase todos os clubes terão que se socorrer. Não há sequer uma previsão de quando o futebol voltará. Isto depende das autoridades sanitárias".
O vice presidente do Internacional, Alexandre Chaves Barcellos, vai na mesma linha. Com este andar da carruagem, também acha que o clube terá que se socorrer de empréstimos bancários.
Grêmio e Inter buscarão ajuda bancária
É um dos efeitos do coronavírus que parou o futebol
