Hiltor Mombach

Grêmio e o fogo nem tão amigo assim

Nem todos os gremistas digeriram bem a eliminação da Copa do Brasil.
Alguns, chegados a Fábio Koff, acham que há muita coisa errada. Dão crédito ao presidente Romildo Bolzan pela condução financeira do clube, mas pedem mudança no futebol.
Pedem, por exemplo, a saída de Rui Costa.
Rui era um agente político do Grêmio e foi transformado em diretor remunerado por Koff.
Para poder receber salário teve que deixar o Conselho Deliberativo.
A justificativa é de que, mesmo tendo contratado cerca de 50 jogadores, o Grêmio não obteve um título sequer com Rui, tendo já fracassado em 10 competições.
Ouvi que Romildo mantém Rui no cargo porque o dirigente tem o vestiário na mão, sob controle.
Não sei o que é ter o vestiário na mão.
Mas se ele tem o vestiário na mão, signifique isto o que significar, imagino que tal poder deveria ser refletido em campo. Nem Gauchão o time conquista mais.
Mas, e há sempre um mas em tudo, quando faço o filtro das informações concluo que estas pessoas chegadas a Koff também querem a saída de Rui para colocar no cargo um dos seus.
Há muitos interessados em receber uma grana polpuda.
A eliminação da Copa do Brasil fez reascendeu o fogo nem tão amigo assim.