Hiltor Mombach

Grêmio empresa? Nem pensar!

O Cruzeiro anunciou a criação da sua SAF (Sociedade Anônima do Futebol)

O Cruzeiro anunciou a criação da sua SAF (Sociedade Anônima do Futebol).
Enviou para a CBF pedido para transferir suas vagas (Mineiro, Série B...) para a futura empresa. 
Passa a espera pelos investidores. Manterá 10% para opinar sobre assuntos como hino, escudo, sede, cores.
 Tentará assim  manter a identidade.
Romildo Bolzan diz que este assunto sequer foi debatido no Grêmio. 
Não há chance de o clube se transformar em empresa. 
Acha que, se bem geridas, as próprias instituições podem ter boa saúde financeira. O Grêmio é superavitário nas últimas cinco temporadas. 
Acrescenta que o futebol se alimenta da paixão do torcedor. 
Tem razão.
Recomendo a leitura do blogue de Milly Lacombe (UOL): 
“Sabemos que um time não é uma empresa. 
Times fazem parte de nossas formações subjetivas. 
Nos afetos, estão mais perto do que entendemos por pessoas do que por empresas. 
Não se ama uma empresa. 
Não se vibra por uma empresa.”