Não vai muito o Grêmio recebeu R$ 100 milhões de luvas da TV.
Pegou R$ 45,2 milhões por Pedro Rocha.
Havia negociado Walace recebendo pela sua parte R$ 20,2 milhões.
A negociação de Giuliano envolveu cerca de R$ 25 milhões.
Os sócios deixam entre R$ 50 e 60 milhões/ano.
O faturamento está batendo nos R$ 300 milhões.
Do balanço de 2016:
“Para fins de exemplo, somente no segundo semestre de 2016, entre 24/06 e 29/12 o Grêmio recorreu aos bancos Banrisul S.A. e BCV S.A. nove vezes, tomando emprestado um total de R$ 60,1 milhões.”
Dinheiro entra, dinheiro sai, com os juros consumindo parte considerável do que o clube arrecada.
Com a parte que cabe ao clube por Arthur, cerca de R$ 80 milhões (pode ser um pouco mais), pagos em três parcelas (uma gora, outra em julho e a última no começo de 2019) o Grêmio pretende pagar dívidas bancárias e credores com algum desconto.
Luxemburgo está entre os credores.
Tem a receber mais de R$ 3 milhões.
São cerca de R$ 60 milhões de dívidas bancárias.
O projeto é reduzir os juros e taxas.
O sonho é de que a venda de Arthur não seja apenas mais um paliativo financeiro, com o Grêmio tendo fôlego para manter distância dos bancos.
Em tempo: Arthur será a maior venda da história do RS. No total, os valores envolvem cerca de R$ 120 milhões.
