Hiltor Mombach

Grêmio: explicações sobre o dissídio

A informação é oficial. O autor pede anonimato: “O Grêmio lamenta que alguns dirigentes sindicais transformem um questão trabalhista em fato jornalístico, repassando informações parciais e distorcidas para a imprensa”. Este colunista vem escrevendo nos últimos dias sobre a questão do dissídio dos funcionários do Grêmio. 


Mais: “De 2008 a 2014, os reajustes reais (acima da inflação) concedidos foram: a) salários até R$ 1.085,00, + 27%; b) salários de R$ 1.085,00 a R$ 1.223,00, + 25% e c) salários acima de R$ 1.223,00, + 12%.” Estou tão somente repassando números colocados pela instituição. O sindicato fica livre para o contraditório se for o caso.


Segue “A proposta do Grêmio neste ano: a) para salários até R$ 1.694,00, 100% da inflação no período (8,34%), faixa que atende 50% dos nossos funcionários; b) para os demais, reajuste de R$ 141,28.” Diz que o Grêmio trabalha com “a ideia de preservar empregos e compor melhor a partir de 2016” e que a época é de transição.