Estão cobrando do Grêmio.
O Cascavel quer sua parte da venda do meio-campista Bitello para o Dínamo Moscou, da Rússia.
Ainda não recebeu os 30% do valor total da venda a que tinha direito.
A negociação foi fechada em 10 milhões de euros (cerca de R$ 52 milhões, na cotação da época).
Isso renderia aos paranaenses cerca de R$ 15,6 milhões.
O clube do Paraná entrou com uma liminar na Câmara Nacional de Resoluções de Disputas (CNRD) para bloquear o valor da premiação que seria dada aos gaúchos pela CBF, pelo vice-campeonato brasileiro 2023.
O Foz Iguaçu é o outro clube que faz cobranças.
Neste caso envolvendo o atacante Pepê, que atualmente está no Porto, de Portugal.
Também entrou com uma ação contra o Tricolor na Câmara Nacional de Resoluções de Disputas (CNRD) da CBF cobrando 30% da venda do atleta aos portugueses.
A negociação de Pepê rendeu R$ 98,6 milhões, na cotação da época.
O Foz Iguaçu alega que deveria receber o seu percentual, de 30%, o que significaria R$ 29,58 milhões nos cofres.
O que diz o Grêmio.
O Foz do Iguaçu teria enviado uma notificação dizendo que havia cedido parte do jogador Pepê para um empresário.
Depois, o clube cobrou o valor.
A gestão Romildo não pagou nem um, nem outro.
A gestão Guerra espera definir quem é o credor para fazer o acerto.
A questão Cascavel.
O Grêmio pagou neste ano os compromissos mais urgentes.
Vai para o clube paranaense com o fluxo de caixa de 2024.
Grêmio: explicando a cobrança da dívida por Pepê e Bitello
Estão cobrando do Grêmio. O Cascavel quer sua parte da venda do meio-campista Bitello para o Dínamo Moscou, da Rússia.
