O Grêmio ganhou por 2 a 0.
O Inter escapou de ser goleado na Arena.
Saiu baratíssimo.
O abismo que se viu em campo ficou escancarado nos números.
Um massacre.
Infinitamente melhor, o time de Renato teve 21 finalizações contra cinco.
Nove destas finalizações foram no gol e uma parou no poste.
Contra nenhuma.
Sim, amigo leitor.
O goleiro Paulo Victor assistiu ao clássico.
Este dado é emblemático e aponta para um ataque risível, ridículo.
Já o ataque do Grêmio foi um tsunami.
Acho que não disseram para o tampão Zé Ricardo que o rival era o Grêmio, sabidamente muito melhor.
Do meio para frente ele mandou para campo o time que ganhou do Bahia, com os reservas Parede, Neilton e Wellington Silva.
Não teve tal atrevimento para repetir a equipe diante do Furacão no Beira-Rio.
Quanta petulância!
O desplante custou caro.
O Grêmio foi soberano no primeiro tempo.
O placar de 1 a 0 é uma mentira deslavada.
No segundo, ajudado pela expulsão de Lomba, o Tricolor transformou o gramado numa passarela onde desfilou imponente.
Fez 2 a 0. O placar final de 2 a 0 é outra mentira deslavada.
Poderia ter feito 4 a 0.
O Grêmio deu a volta por cima, driblou os 5 a 0 que levou do Flamengo pela Libertadores. Já o Inter não curou o trauma da derrota na final da Copa do Brasil e continua afundando.
Grêmio, Inter e o abismo
O abismo que se viu em campo ficou escancarado nos números. Um massacre
