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Nota do Movimento Grêmio Independente
Durante os anos de 2013 e 2014 o Grêmio buscou melhorias nas condições contratuais entre Grêmio e OAS para a gestão da Arena. A estratégia adotada acabou por provocar uma reação negativa junto aos gremistas, fazendo diminuir o número de sócios. Houve frustrações com os resultados de campo e a relação conturbada entre a OAS e o Grêmio, acabaram refletindo no ânimo do torcedor com o novo estádio.
O aditivo com as melhorias no contrato foi aprovado pelo Conselho Deliberativo em julho de 2013. Até o final de 2014 as tratativas com a OAS não foram concluídas apesar de ter sido anunciada a "compra" da Arena pelo Grêmio anunciada em setembro de 2014. A estratégia adotada pela gestão anterior provocou uma redução de mais de 15.000 sócios se comparados aos números de dezembro de 2012. Em 2015, com as dificuldades judiciais enfrentadas pela OAS, por diversos momentos a direção do Grêmio anunciou que o acerto para a compra da gestão da Arena estava prestes a ser anunciada e os Planos para o aumento de receitas ficou na dependência do acerto com a OAS.
- Sabemos que a diretoria tem pronto projeto de novo plano de sócios e outros projetos de marketing, mas essa espera pelo acerto da Arena está prejudicando a necessária ampliação de receita para enfrentar a situação financeira atual do clube. Acabamos deixando de buscar um aumento de quadro social nesse período que o futebol tem motivado a torcida e resgatado o nosso espírito de gremista que quer contribuir e estar sempre presente. A estratégia de ampliar receita na busca de sócios foi restrita a uma recuperação de torcedores, desencadeada em final de abril e início de maio, no qual foram resgatados cerca de 3 mil sócios em relação ao que se tinha em janeiro e fevereiro. Isso é muito pouco em relação ao nosso potencial e ao que se tinha antigamente - afirmou o presidente do MGI, Alexandre Bugin.
O Movimento Grêmio Independente (MGI) defende uma mudança imediata na forma como o clube vem trabalhando o seu quadro social. O entendimento é que ao aguardar a assinatura do contrato entre o clube e a OAS, para gestão definitiva da Arena, o clube está deixando de obter uma receita importante que poderia amenizar a situação financeira.