Começaram as oitavas das Libertadores e o jornalista Douglas Ceconello foi ouvir uma dezena de jornalistas de vários países para saber seus favoritos ao título.
O River Plate recebeu seis indicações, contra três do Palmeiras. Galo, Grêmio, Santos e Lanús levaram um votinho cada.
Assisti Guaraní e River na terça.
Jogo no Paraguai.
Os argentinos fizeram 2 a 0 e empilharam chances de ampliar.
O River contou com um rival ingênuo, que adiantou a marcação e permitiu sucessivos contra-ataques. Inferior tecnicamente, o Guaraní abusou do jogo aéreo.
O Grêmio enfrentou os paraguaios na fase classificatória: 1 a 1 lá e goleada de 4 a 1 aqui.
Grêmio e River têm formas diferentes de jogar.
O representante gaúcho é mais compacto no seu setor ofensivo e toca mais a bola, com passes curtos. O que mais impressionou nos argentinos foi a saída rápida de bola da defesa para o ataque, quase sempre com bolas longas, já que o Guaraní permitiu que isto fosse feito.
O River marca mais do que o Godoy Cruz, não dá espaço e, pontualmente no jogo de terça-feira, sobrou fôlego nos 90min.
Acho que não estão vendo pouco o Grêmio jogar nos países vizinhos.
Melhor: assim o time de Renato pode comer pelas beiradas.
