Por Rafael Peruzzo / de Abu Dabi
O choque de cultura para quem chega do Brasil nos Emirados Árabes é bem impactante, principalmente em relação à forma com que as mulheres são vistas por aqui.
Dificilmente alguma delas fica sem o rosto coberto. A grande maioria mostra apenas os olhos, o que dá uma sensação ruim em quem não está acostumado com a cultura local.
Hoje, no restaurante em que almoçamos, existiam espaços próprios para as mulheres.
Duas chegaram apenas com os olhos expostos.
Ambas se sentaram em uma mesa e de imediato o garçom cercou o espaço, como se fosse um tapume, para que as duas não pudessem ser vistas.
Dificilmente alguma delas fica sem o rosto coberto. A grande maioria mostra apenas os olhos, o que dá uma sensação ruim em quem não está acostumado com a cultura local.
Hoje, no restaurante em que almoçamos, existiam espaços próprios para as mulheres.
Duas chegaram apenas com os olhos expostos.
Ambas se sentaram em uma mesa e de imediato o garçom cercou o espaço, como se fosse um tapume, para que as duas não pudessem ser vistas.
O Grêmio tem passado os primeiros dias nos Emirados Árabes na cidade de Al Ain.
Para quem desembarca em Abu Dhabi, o trajeto até Al Ain é bastante tranquilo e instigante. Nos cerca de 150 quilômetros que separam uma cidade da outra, é possível trafegar em uma autoestrada de primeira qualidade e trânsito moderado. O limite de velocidade chega a ser de 140km/h em determinados trechos, todos muito bem sinalizados. As retas são longas e as seis pistas (três para cada sentido) são divididas por árvores no canteiro central. Como o clima é muito seco e raramente chove por aqui, foi desenvolvido um sistema que faz a irrigação das plantas durante todo o tempo.
Chegando em Al Ain, o trânsito já é bem carregado e um pouco confuso em função do excessivo número de rótulas.
Para quem desembarca em Abu Dhabi, o trajeto até Al Ain é bastante tranquilo e instigante. Nos cerca de 150 quilômetros que separam uma cidade da outra, é possível trafegar em uma autoestrada de primeira qualidade e trânsito moderado. O limite de velocidade chega a ser de 140km/h em determinados trechos, todos muito bem sinalizados. As retas são longas e as seis pistas (três para cada sentido) são divididas por árvores no canteiro central. Como o clima é muito seco e raramente chove por aqui, foi desenvolvido um sistema que faz a irrigação das plantas durante todo o tempo.
Chegando em Al Ain, o trânsito já é bem carregado e um pouco confuso em função do excessivo número de rótulas.
Algo que chama a atenção ao se deslocar pelas estradas e ruas das cidades é o número de bandeiras dos Emirados Árabes Unidos. Seja em casas, estabelecimentos comerciais, muros, cercas, enfim, qualquer local é possível visualizar as cores dos Emirados.
As imagens dos sheiks da família Zayed também estão por toda a parte. No estádio do Al Ain, onde o Grêmio tem treinado, há um enorme painel acima das arquibancadas com a imagem dos sheiks.
As imagens dos sheiks da família Zayed também estão por toda a parte. No estádio do Al Ain, onde o Grêmio tem treinado, há um enorme painel acima das arquibancadas com a imagem dos sheiks.
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