Hiltor Mombach

Grêmio, OAS: mais

Dias atrás escrevi sobre a renegociação do contrato entre a
construtora OAS e o Grêmio. Retomo o assunto. Lembrando que no dia 11 o
Conselho Deliberativo avalia as mudanças.
Falei com três integrantes do Conselho de Administração (CA) e vários
dirigentes. Filtrei aqui, ali e restou uma colcha de retalhos.
Nesta peregrinação em busca de notícias, ouvi a seguinte frase: “Foi a
melhor negociação que poderia ter sido feita diante das circunstâncias.
Alguns números estão sendo inflacionados”. Leia-se: o Grêmio não vai
faturar tudo isso que alguns estão dizendo.
Com que interesse? Eis a questão. Leonel Brizola suspeitaria que nesse
negócio há mais do que interesses, há interésses.

Perguntei a Raul Régis se procediam os boatos de que a parceria com a
OAS passaria de 20 para 25 anos: “Não. Isso eu posso falar e garanto que
foram mantidos os 20 anos”. Um integrante do CA afirma a mesma coisa. Mas
as especulações neste sentido prosseguem.

Conversei com Raul Régis de Freitas Lima, presidente do Conselho
Deliberativo, que foi evasivo, dando conta de um pacto para que nada se
fale sobre a renegociação até o sinal verde de Koff. O sinal verde
acontecerá quando o contrato estiver assinado pela construtora.