Os números podem ser mentirosos num jogo isolado, em dois quem sabe.
Mas não num conjunto de um abra de 14 confrontos pelo Campeonato Brasileiro.
A derrota de ontem de 2 a 1 diante do Santos foi a terceira no geral e a segunda como visitante, onde tem uma vitória e quatro empates aproveitamento de 33,3%.
Marcou sete e levou oito gols.
Como mandante são duas vitórias, quatro empates e uma derrota, aproveitamento de 47,6%.
Marcou sete e levou seis gols.
Em 2017, quando jogou o melhor futebol do país, o Grêmio chegou na 14ª rodada do Brasileiro em segundo lugar, com 28 pontos, 11 a mais do que na campanha atual, tendo marcado 27 gols, sendo o time de maior artilharia do campeonato.
Encerra o domingo 13 pontos atrás do líder Galo e dois na frente de equipes que começaram a rodada na zona funesta.
Em 14 confrontos não tem uma atuação sequer de luxo.
Na penúltima rodada padeceu para fazer 2 a 1 no Coritiba na Arena.
Renato deve manter o discurso de que a equipe vai decolar.
Mas hoje, porque do amanhã eu não sei, hoje os números não mentem. Hoje o Grêmio não é sombra do Grêmio de anos anteriores.
Grêmio: os números não mentem
Em 14 confrontos não tem uma atuação sequer de luxo
