Hiltor Mombach

Grêmio para 2012

Paulo Pelaipe conhece futebol. É do ramo. Arrumou desafetos aqui e ali dentro do Grêmio mas, na hora da onça beber água, Odone viu-se obrigado a contratá-lo como diretor executivo. O time naufragava. De cara, Pelaipe bancou Roth e Paulo Paixão, desbancando o noviço Julinho Camargo e Flávio de Oliveira, e o que se viu foi a equipe retomar o poder de fogo no Olímpico, saindo da perigosa zona de rebaixamento.
Pois Pelaipe está pensando o Grêmio de 2012. Que teria Ney Franco como treinador. Busca dois volantes, pois Gilberto Silva será zagueiro, e o seu time do papel tem Carlos Eduardo e Douglas; Kleber e Vagner Love. De um empresário: “Love estava frio, agora está quente. Pode jogar no Olímpico”.
O retorno de Carlos Eduardo está sendo costurado por Jorge Machado, que volta a trabalhar com força no Grêmio, depois de um tempo escanteado e atuando quase que apenas no Inter no mercado doméstico. O Grêmio de 2012 quer sair da mesmice de contratar por contratar, do bastantão. Quer qualidade.