Há um clichê tacanho no futebol, recheado de vesguice e maledicência. Quando um clube vende um jogador no mercado nacional é porque quer se ver livre dele, uma bananeira que já deu cacho.
Pavón não custou nada aos cofres do Galo. Jogou em Minas pelo salário e luvas.
Foi vendido ao Grêmio (85%) por cerca de R$ 20 milhões. Transações domésticas deste porte podem ser consideradas altas.
O Grêmio poderá antecipar verba da Globo assim que firmar a assinatura de televisionamento do Brasileiro de 2025 e 2029. Isto deve acontecer em breve. Sua cota deve ficar nos R$ 150 milhões, um pouco mais, um pouco menos, pois são muitas as variantes. Com a perspectiva da entrada de grana está contratando.
Jogador de lado, vai engrossar o caldo do time um tanto aguado depois da saída de Suárez. É bom reforço, assim como foi Soteldo, agora no DM. Pavón entrou no segundo tempo diante do Santa Cruz e transformou o Teco-Teco da primeira fase (2 a 2) num Boeing ( 6 a 2). Até gol marcou Nenhuma surpresa a goleada diante do lanterna. Total surpresa no empate nos 45 minutos iniciais.
Grêmio, Pavón e a bananeira
Há um clichê tacanho no futebol, recheado de vesguice e maledicência. Quando um clube vende um jogador no mercado nacional é porque quer se ver livre dele, uma bananeira que já deu cacho.
