O Grêmio faz aquilo que tinha que fazer.
Teve uma reunião com a Conmebol no Paraguai para cobrar e fazer exigências.
Não poderia cometer o pecado da omissão.
Não poderia deixar a direção do Lanús ficar pressionando como se fosse dona da verdade.
Pressionou e segue pressionando.
O Grêmio tem que se virar sozinho, pois a influência política da CBF é zero.
