Luiz Henrique Nuñez atuou como vice de marketing na gestão passada.
Diz que, assim como eu, também tem lá as duas teorias conspiracionistas, procura pelo em ovo e vê chifre em cabeça de cavalo.
Acrescenta um dado fundamental e que passou despercebido na coluna de ontem, quando escancarei minha paranoia em relação ao segundo jogo entre Grêmio e Lanús depois de ver o Grêmio ser operado sem anestesia na Arena pela arbitragem. Disse haver algo de podre é não é no reino da Dinamarca.
Lembra que o poder político da CBF é zero. O presidente da entidade Marco Polo Del Nero não viaja para não ser preso.
O ex-presidente, José Maria Marin, está em prisão domiciliar em Nova York desde 2015 e começou a ser julgado pela Justiça dos EUA por envolvimento em esquema de corrupção na Fifa. O antecessor, Ricardo Teixeira, também responde por vários crimes, mas foi o último e a ter poder político e influência na Conmebol.
Justifica-se o temor de que o Lanús, embora modesto, tenha força política dentro da Conmebol, entidade que nunca foi flor que se cheire.
O Grêmio está por ele mesmo nesta briga.
A CBF, que sempre se serviu do futebol, é hoje uma Confederação Brasileira dos Foragidos.
