Há quem diga que os problemas financeiros do Grêmio começaram com a fundação do clube.
Hoje, seriam necessários cerca de R$ 50 milhões para ter algum fluxo de caixa. Prevenida, a atual gestão vem negociando a dívida com parceiros, bancos e fornecedores. Dá a cara para bater. É assim que se faz. O contrário seria promover o calote.
As artimanhas para ter alguma grana podem promover espanto entre os torcedores. O clube tenta vender jogador, ou jogadores (Brenno, Bitello, Ferreirinha, Villasanti...) recebendo à vista para contratar de forma parcelada atleta do mesmo nível. Trocará seis por meia dúzia para fazer caixa.
É possível que dentro de algum tempo o buraco atinja R$ 100 milhões. O número surge astronômico, mas fica em torno de 20% do que poderá faturar se for bem no futebol na temporada.
O clube está correndo atrás de parceiros para contratar. Busca investidores. O momento não é o melhor para tanto. O Grêmio está fora de qualquer competição internacional em 2023.
A demora em anunciar reforços deixa o torcedor aflito. Porém, todo começo de gestão é assim mesmo.
