Hiltor Mombach

Grêmio, um gigante recatado

A verdade é uma só e ficou escarrada: o Grêmio encarou o Cruzeiro vestido de coadjuvante da Segundona

A verdade é uma só e ficou escarrada:
o Grêmio encarou o Cruzeiro vestido de coadjuvante da Segundona.
Amigos, o time gaúcho é o nababo da Série B. Viram o primeiro tempo?
Biel e Elias foram protagonistas defensivos. Roger transformou o ataque  em cinco Saaras da nada, um latifúndio improdutivo até para ervas daninhas.
Montado numa folha de R$ 9 milhões, o Grêmio se intimidou não com este Cruzeiro, mas com aquele Cruzeiro chumbado ao passado. A folha do time mineiro não bate nos R$ 3 milhões.
Alguém deve dizer para Roger que o bambambã da Segundona é o Grêmio.
Não precisa repetir o time de 2017, porque este surge inimitável.
Basta fazer valer a força dos R$ 9 milhões.
Sim, amigos, quando o assunto é futebol dinheiro é documento.
Até aqui, e estamos na sexta rodada, o Grêmio tem a marca da  timidez.
É um gigante recatado. Passou da hora de mostrar atrevimento.
Este Grêmio do primeiro tempo em Minas e de muitos outros momentos provoca espanto, assusta o torcedor.
Ao Grêmio não basta subir. Tem que subir sem susto, assoviando como quem vai catar pitanga.