Renato mandou para campo um dos times de Roger com uma alteração tática:
Ramiro não foi um Giuliano ou um Negueba, mas um Renato nos bons tempos de ponteiro, aberto.
O Grêmio assustou o Palmeiras porque marcou, marcou e marcou e, quando atacou, foi vertical.
No primeiro tempo o Grêmio voltou a ser o Grêmio dos seus melhores momentos.
Avassalador, aplicou 2 a 0 num gigante com cara de campeão do Brasileiro.
Um vacilo de 5min custou caro ao Grêmio.
O Palmeiras descontou através de uma penalidade e isto muda tudo quando se trata de Copa do Brasil.
O representante gaúcho reclamou que uma penalidade a favor não marcada e de uma arbitragem confusa.
Houve outro vacilo no final que quase resultou em empate.
Foi apenas o terceiro jogo sob o comando de Renato.
Disparado, o melhor.
Quisesse, o torcedor poderia ter cantado “aquele Grêmio voltou, aquele Grêmio voltou”.
Porque a atuação contra o líder do Brasileiro foi de luxo, destas de dar esperança de vaga nas semifinais mesmo com o segundo jogo sendo em São Paulo.
Ou quem sabe de uma recuperação no Brasileiro capaz de colocar no G-4.
O ânimo mudou com Renato: os 26.589 presentes na Arena provam que o torcedor não desistiu, que o ano segue aberto.
