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O Grêmio teria recebido uma sinalização via e-mail de que a OAS não está conseguindo substituir as garantias de alienação fiduciária da Arena. Sem a desoneração do novo estádio, o Grêmio não entrega o Olímpico. Nem haverá a assinatura do novo contrato. Um problemão que se arrasta há mais de um ano. A saída seria o Grêmio assinar o novo contrato e buscar uma alternativa para o impasse das garantias, submetendo tal alternativa ao voto dos conselheiros. Caso isto ocorra e o Conselho finque pé, exigindo a desoneração da Arena, a parceria estará ameaçada. Fica uma pergunta: como se assina um contrato desta magnitude e se esbarra num problema destes?
Enquanto persistir o impasse, a direção do Grêmio não deixará o estádio Olímpico, onde funciona a administração. O pessoal que faria a implosão já deixou o local e não deve retornar antes de setembro. O baixo-clero sugere até que o Grêmio retorne ao Velho Casarão. Não há volta.
Fora o pepinão das garantias, vai tudo bem. Está valendo a palavra da OAS na questão da migração dos sócios (caiu de R$ 42 milhões para R$ 12 milhões em 2013) e houve acerto na divisão do prejuízo da festa de inauguração da Arena. O clube arcou com cerca de R$ 3 milhões.