Matheus Cavichiolli tem 30 anos.
É o goleiro campeão gaúcho pelo Novo Hamburgo.
Há 30 dias assinou um pré-contrato com o Juventude de Caxias do Sul.
Depois da assinatura o Grêmio formalizou uma proposta.
Entre Juventude e Grêmio, Matheus escolheria o Grêmio.
Mas com o pré-contrato assinado está amarrado ao time de Caxias.
O Grêmio é uma baita vitrina. O Juventude uma janelinha.
Um está jogando a Libertadores, a Primeira Liga, a Copa do Brasil e disputará o Brasileiro da Série A.
O outro, o Brasileiro da Série B.
Mas, e há sempre um mas em tudo, no Grêmio Matheus seria reserva de Marcelo Grohe.
Ganhando muito mais dinheiro do que no Juventude, mas um reserva na espreita de uma lesão do companheiro ou de uma negociação de Grohe, algo pouco viável.
No Juventude Matheus será titular, exercerá plenamente a profissão.
Jogará bola, se me entendem. Goleiro titular é valorizado quando vai bem mesmo em time menor.
A multa rescisória é de R$ 1 milhão.
Acho, por intuição, que se o Grêmio pagar a metade leva Matheus para a Arena. Como acho que o Juventude estudaria até a troca por outro jogador.
E agora Matheus, é grana ou bola?
