Hiltor Mombach

Guerra é guerra

Do plano de gestão de Homero Bellini, retirado do site do Movimento Grêmio Independente (gremioindependente.com.br):
“Futebol envolve valores elevados; é um negócio de alto risco.
Clubes enfraquecidos como o Grêmio de hoje ficam a mercê de investidores, que se reservam o melhor resultado e transferem à instituição o risco dos salários altos e dos contratos longos.
Negociar com investidores, em casos pontuais, é tarefa da gestão no escopo de melhorar o time.
Ainda assim, o MGI tem claro que falta ao Grêmio políticas claras e transparentes que identifiquem e resolvam os inevitáveis conflitos entre os interesses de tais investidores e os do clube.”

Do Twitter de Odorico Roman, do atual Conselho de Administração e integrante da chapa de Romildo Bolzan Jr.
“Quanto mais leio sobre planos para o Grêmio, mais me convenço de que são feitos sem conhecimento da realidade.
Refém de investidores?
Já fomos.
Dos 14 jogadores que entraram em campo no domingo, temos em torno de 50% dos direitos econômicos.
Isso foi obtido em 2 anos.”
Mais: “Excluindo-se os emprestados (Geromel, F. Bastos, Dudu e Ruiz), a média vai para 70%.
Na base, como regra, o Grêmio só aceita jogadores se tiver a opção de adquirir, no mínimo, 60% dos direitos econômicos....
Estamos muito mais fortalecidos do que há dois anos.
Se o trabalho na base não for interrompido por planos leigos, mais frutos virão.”
Odorico Roman está em twitter.com/icoroman.