Hiltor Mombach

Happy Hour da “organização”

Happy Hour da “organização”

Do blog do Paulinho
Recentemente o empresário Carlos Leite comemorou seu aniversário numa destas casas de festas do bairro Itanhangá, no Rio de Janeiro.
Quase todos os seus parceiros de negócios foram convidados.
Andres Sanches, Mano Menezes, Kleber Leite, Roberto Dinamite, Mandarino, Rodrigo Caetano, além de alguns de seus jogadores, como Carlos Alberto, Ramon e Fagner.
Enquanto Toni Garrido fazia o som da casa, o vexame era total.
Com bebida liberada, a turma do “whisky” não perdoou.
Ligeiramente “alterados”, o presidente corinthiano e Carlos Leite cantavam abraçados no palco, como bons amigos comemorando a bonança nos negócios.
Roberto Dinamite foi levado pelos braços para cantar o hino vascaíno, mas recusou, não se sabe se pelo teor alcoólico ou talvez pelo fato de não saber a letra direito.
Carlos Alberto e Ramon, que nunca jogam, mas recebem ótimo salário no Vasco da Gama, pulavam, dançavam e bebiam, embora “oficialmente” estejam machucados.
Os dirigentes vascaínos, Roberto e Mandarino, constrangidos, fingiam nada ver.
Rodrigo Caetano era o único que parecia estar incomodado.
Para finalizar a bandalheira, Carlos Alberto saiu carregado, sem condições de andar, por motivo que, evidentemente, nada tinha a ver com a tal contusão.
As coisas no mundo do futebol são assim.
O torcedor paga ingresso, se desespera, torce, mas, na verdade, quem faz a festa são aqueles que se aproveitam do esporte.