Hiltor Mombach

Havia grana

Havia R$ 300 mil em caixa no Grêmio e que poderia ter sido quitada uma parcela da rescisão de Kléber “Gladiador”

Foto : Mauro Schaefer / CP Memória

Sobre a coluna de ontem recebo a informação de que havia R$ 300 mil em caixa no Grêmio e que poderia ter sido quitada uma parcela da rescisão de Kléber “Gladiador”. A questão passa a ser então quem deveria liberar o pagamento, o gerente executivo financeiro, Mauro Rosito, ou o CEO na época, Gustavo Zanchi.
O clube atrasou o pagamento de uma parcela rescisória, o jogador reclamou e a Justiça mandou pagar R$ 2.587.500,87, com vencimento antecipado de parcelas vincendas um total R$ 8,8 milhões.
O assunto voltou a ser pauta depois que o atual CEO, Carlos Amodeo, confirmou em reunião virtual do CD que Zanchi foi o indicado do Grêmio para integrar o conselho da Arena Porto-Alegrense.
O Grêmio puniu Mauro Rosito, que buscou a Justiça do Trabalho onde ganhou. Reproduzo trecho da defesa do Grêmio.
“Aduz a parte autora que a responsabilidade pela manutenção financeira e pagamento das obrigações pecuniárias do clube incumbia ao réu, o qual ocupa o cargo de Gerente Executivo Financeiro, bem como ao CEO na época, Sr. Gustavo Zanchi, sendo que, em relação a este último, não foram cominadas penalidades por ter espontaneamente requerido o seu desligamento do clube após tal fato.”