Vai algum tempo ouvi a seguinte história. Vendo o peixe como comprei. Em maio de 2015, o Grêmio contratou o seu ex-jogador Roger para substituir Felipão como técnico.
Ganhando menos do que a maioria dos jogadores, Roger foi abraçado pelo grupo. Chegou a enfiar sete vitórias pelo Brasileiro. Virou bambambã, cogitado por outro times. Pediu uma pequena fortuna para renovar e levou.
No momento em que passou a receber a mais do que a maioria dos comandados, as coisas mudaram. O time passou a jogar menos, e em setembro de 2016, ele foi demitido.
Bancado por Preis, desembarcou Renato. Que chegou abraçado pelo grupo em setembro de 2016 e saiu na mesma condição em abril deste ano. Tinha salário alto, mas fazia com que a direção pagasse ordenados generosos aos jogadores que ele indicava, a maioria veteranos. Renato inflacionou a folha de pagamento. Com autorização da direção, obviamente.
Ouço de um dirigente do altíssimo clero que os jogadores não colocaram o coração no bico da chuteira por Tiago Nunes. Entendam como quiserem. Mais: os cascudos seguem ditando a cartilha
Historinha
Ouço de um dirigente do altíssimo clero que os jogadores não colocaram o coração no bico da chuteira por Tiago Nunes
