Hiltor Mombach

"Hoje, a Copa não seria realizada no Beira-Rio".

"Hoje, a Copa não seria realizada no Beira-Rio".

O presidente do Internacional, Vitorio Piffero, embarca nesta quarta-feira para Brasília acompanhado pelo secretário extraordinário da Copa do Mundo, Eduardo Antonini. Assunto: novas garantias de que haverá dinheiro para reformar o estádio Beira-Rio e projeto técnico.

De alguém que conhece o assunto: "Hoje, a Copa não seria realizada no Beira-Rio". Como se sabe o Inter não irá tomar dinheiro emprestado do BNDES e havia dado como garantia a venda de cem camarotes ao preço de R$ 1 milhão cada mais a venda dos Eucaliptos.

Há quem fale que o Inter poderá adotar um plano B para reformar o Beira-Rio. Entraria com R$ 40 milhões e a construtora mineira Andrade Gutierrez com o restante. Especula-se que neste caso a obra saltaria de R$ 150 milhões para R$ 260 milhões, com a construtora exigindo em troca participação nos lucros das obras no entorno por 18 anos. Dentro do Inter, há quem diga tratar-se de um negócio parecido com o do Grêmio com a OAS.
O Inter de Piffero reluta em aceitar parceira. Importante conselheiro colorado acha que a Fifa acabará aprovando as garantias e que tudo não passa de pressão da entidade para viabilizar outro tipo de negócio.