O Grêmio está em alta desde 2015.
Times em alta e colocando taça no armário são verdadeiras vitrines.
Jogadores em destaques chamam interessados e ficam expostos à venda.
Em 2014 o Inter chegou a ser líder de negociações no país após o advento do Brasileiro por pontos corridos, em 2003.
Havia ultrapassado a marca de R$ 600 milhões em 11 anos.
Se hoje compra atacantes, na época vendia. Alguns: Pato, Nilmar, Rafael Sobis, Luiz Adriano, Walter e Taison.
O Inter ficou na vitrine vários anos.
Agora a fila anda no Grêmio.
Em julho de 2016 Giuliano foi para o Zenit, da Rússia, por cerca de R$ 25 milhões.
Em janeiro de 2017 Walace foi para o Hamburgo, numa negociação de 10 milhões de euros (na época cerca de R$ 33,67 milhões), dos quais R$ 20,2 milhões ficaram nos cofres tricolores.
Em agosto Pedro Rocha acabou no Spartak Moscou, da Rússia, então o maior negócio da história do clube: R$ 45,2 milhões.
Recentemente vendeu o volante Arthur para o Barcelona na maior transação de um jogador no RS. Coube ao Grêmio R$ 100 milhões.
Agora Everton chama a atenção.
Estima-se que a negociação possa bater nos 40 milhões de euros.
O Grêmio tem 50% dos direitos federativos e tenta comprar mais uma fatia.
