IMAGEM
Leandro tem mais três anos de contrato com o Grêmio. Para rescindir, o clube teria que pagar metade dos seus salários (um ano e meio) ou alegar justa causa por quebra de contrato de imagem. Como não conseguirá provar quebra do contrato de imagem, o caso ficará por isto mesmo. Vale a versão do jogador.
Do CP de 24/5/2006: "A passagem de Júnior Baiano pelo Inter foi curta, mas marcante. Ele chegou em janeiro de 2002 e acabou dispensado alguns meses depois sob alegação de comportamento antiprofissional. A forma como o seu contrato foi rescindido, porém, continua dando dores de cabeça. O zagueiro entrou na Justiça e pede mais de R$ 3 milhões de indenização. Além disso, os erros cometidos no episódio fizeram o clube repensar a forma de desfazer-se de jogadores fora dos planos". A partir do caso Jr. Baiano, o Inter não demite mais atletas alegando "justa causa". Nem por quebra no contrato de direito de imagem.
