Hiltor Mombach

Imortalidade e esperança

Para um imortal como o Grêmio, a esperança é eterna.
O momento não é bom, mas vou ficar remexendo em coisas ruins. Mais vale esperança boa que hipótese má.
Corria 2001.
O Grêmio estreara na Copa do Brasil levando 3 a 2 do modestíssimo Vila Nova.
Tite voltou de Minas na alça de mira.O Grêmio passou no jogo de volta e, depois, encarou o Santa Cruz.
Fora, derrota de 1 a 0. Tite voltou a balançar e, sabedor disto, proferiu a seguinte frase: “Estamos com a faca no peito”.
Para o jogo do estádio Olímpico, Tite recuou Polga, transformando o Grêmio num 3-5-2.
Fez 3 a 1.
Ali, o time arrancou para conquistar o último grande título nos últimos 13 anos.

Os tempos são outros, os times também e até a competição. Aquele Grêmio dos 3 a 1 tinha, entre outros Danrlei, Mauro Galvão, Polga, Eduardo Costa, Zinho, Rodrigo Mendes, Marcelinho... Timaço? Sim, mas que começou tropeçando e só encaixou durante a competição.

Enderson tem poucas alternativas para promover qualquer mudança. Zé Roberto na lateral?
Pode faltar fôlego para marcar.
Edinho como libero?
Gosto da ideia, até para dar mais proteção a uma zaga sem Rhodolfo.
No mais, se fizer o feijão-com-arroz já estará de bom tamanho.