Dias atrás escrevi uma coluna que começava assim. “Para mim, empatia é um grande acontecimento. Assim como afinidade. Não desmereça o poder destes sentimentos.
Vai muito, vendo um programa de TV, lá estava Júnior, ex-lateral e meio-campista, atuando como comentarista.
Súbito, desanda a falar de Andrade. Preciso explicar quem foi Andrade. Trata-se de um auxiliar que, efetivado como treinador, tirou o Flamengo da zona intermediária da tabela e o levou a um título improvável de campeão brasileiro em 2009.
Sem perplexidade, ouço Júnior discorrer sobre a importância da empatia, afinidade, amizade do grupo com Andrade. Quando isto acontece, mesmo os descontados fisicamente viram leões.”
Não pretendo cometer aqui nenhuma insinuação. Mas não posso pecar por ingenuidade. Faço apenas uma constatação.
O amigo não estranha que com Ceni no comando o Flamengo era um teco-teco e em dois dos três jogos sob o comando de Renato virou um Boeing? A comemoração pelo segundo gol diante do Defensa y Justicia surgiu como um recado: com Renato nós jogamos! Empatia, amigos, é um grande acontecimento.
Insinuação e angelicalidade
O amigo não estranha que com Ceni no comando o Flamengo era um teco-teco e em dois dos três jogos sob o comando de Renato virou um Boeing?
