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O Brasileiro de 2015 já tem o seu imortal. Trata-se do time que mais morreu e segue vivo. A equipe que morre numa rodada e ressuscita na outra. Quando não ressuscita é ressuscitado por resultados paralelos. O Internacional é o imortal. Não esteve no G-4 em nenhuma das 37 rodadas do Brasileiro. Morreu nos 2 a 1 contra o quase rebaixado Goiás. Ressuscitou contra a Ponte Preta, ajudado por uma derrota do São Paulo. Voltou a morrer contra a modesta Chapecoense. Para ressuscitar contra o Grêmio. Morre contra quem está caindo pelas tabelas e ressuscita contra as equipes da ponta. Não esteve no G-4 em nenhuma das 37 rodadas e, mesmo com um empate contra o Fluminense no sábado e uma vitória do São Paulo, não está morto. Vai em busca de um segundo milagre. O primeiro aconteceu ontem.
Até ontem o Goiás havia vencido duas das 18 partidas disputada como visitante. Ganhou a terceira, justamente de um rival duro na queda em casa, a Chapecoense. A vitória manteve o time com chances de não ser rebaixado. Mas para isto terá que derrotar o São Paulo, domingo, no Serra Dourado. Caso cometa o crime e o Inter vencer o Cruzeiro no Beira-Rio teremos a consagração do verdadeiro imortal deste campeonato. O Inter teve um segundo tempo revoltante contra um Fluminense calçando chinelinhos, de férias, que cumpria tabela e não queria jogar. Vergonhoso! O time modorrento, indolente, reproduziu em campo o discurso e os atos de uma direção passiva, perdida e de discurso ineficaz.
Os casos de doping surgem como emblemáticos. O Inter deixou de fazer 3 a 0 no primeiro tempo.
Fez 1 a 0 e se arrastou no segundo, chamando o empate. Tanto chamou que veio. Com o Fluminense com 10. D’Alessandro esteve lamentável.
Limitou-se a chamar a expulsão. Contou com mais um árbitro convivente. Levou amarelo e não joga domingo. Está de férias antecipadas.