Musto, Boschilia, Marcos Guilherme, Abel Hernández, Leandro Fernández, Yuri Alberto, Thiago Galhardo, Moisés, Saravia, Jussa, Lucas Ribeiro, Rodinei e Maurício.
Estas são as 13 contratações do Inter na temporada de 2020 que ainda permanecem no Beira-Rio. Gustavo, o Gustagol, desembarcou emprestado pelo Corinthians e foi negociado para o Jeonbuk Motors, da Coreia do Sul, rendendo um dinheiro bom para o clube gaúcho.
Numa comparação com o Atlético Mineiro, por exemplo, o investimento do ano ficou em cerca de 10%. No ano passado, o Flamengo gastou R$ 191 milhões em contratações.
Desembarcaram sem custo, pelo salário, Saravia, Jussa, Rodinei, Abel Hernández, Leandro Henández, Yuri Alberto e Thiago Galhardo, artilheiro do Campeonato Brasileiro com 15 gols.
Boschilia teve adquiridos 30% dos direitos federativos por 1,2 milhão de dólares, R$ 6,6 milhões pela cotação atual. Pelo mesmo valor, Marcos Guilherme teve adquiridos 70% dos direitos.
O Bahia vendeu 25% dos direitos de Moisés ao Inter por R$ 1,6 milhão e levou Zeca por empréstimo. O empréstimo de Musto custou R$ 325 mil.
Com estes reforços e a manutenção dos principais jogadores, o Inter lidera o Brasileiro, está nas oitavas de final da Libertadores e nesta semana garantiu vaga para as quartas da Copa do Brasil. Mas também é verdade que foi mal no regional.
Mesmo com a expectativa de um déficit de R$ 60 milhões nesta temporada, prejuízo provocado pela pandemia do coronavírus, que por um bom momento parou o futebol brasileiro, retornando com os estádios sem público, o Inter manteve os jogadores considerados imprescindíveis.
Propostas não faltaram. Edenilson, por exemplo, esteve na mira do Al-Ittihad. Pelo volante de 30 anos, um dos motores do time, o Inter teria recusado uma oferta de R$ 28 milhões.
Até agosto, o clube gastava uma média de R$ 15 milhões por mês com todo o futebol, incluindo salários de jogadores, funcionários, comissão técnica, encargos trabalhistas e direito de imagem.
Contratados na temporada que realizaram 15 ou mais partidas como titular: Thiago Galhardo, Saravia, Moisés, Marcos Guilherme, Boschilia, Rodinei e Musto. Maurício chegou nesta semana. Abel Hernández está titular. Saravia e Boschilia vinham sendo destaques até se machucarem.
A semana foi marcada por uma frase do treinador Coudet. Ele afirmou estar trabalhando com um grupo “curto”, ou reduzido. A declaração provocou descontentamento entre os dirigentes, que mandaram um recado: não há dinheiro para qualquer investimento. Cerca de R$ 60 milhões da TV só entrarão na próxima gestão, em fevereiro de 2021.
O Inter começa neste domingo a sua caminhada no returno do Brasileiro. Encara o Coritiba, no Beira-Rio. No turno, vitória por 1 a 0.Musto, Boschilia, Marcos Guilherme, Abel Hernández, Leandro Fernández, Yuri Alberto, Thiago Galhardo, Moisés, Saravia, Jussa, Lucas Ribeiro, Rodinei e Maurício.
Estas são as 13 contratações do Inter na temporada de 2020 que ainda permanecem no Beira-Rio. Gustavo, o Gustagol, desembarcou emprestado pelo Corinthians e foi negociado para o Jeonbuk Motors, da Coreia do Sul, rendendo um dinheiro bom para o clube gaúcho.
Numa comparação com o Atlético Mineiro, por exemplo, o investimento do ano ficou em cerca de 10%. No ano passado, o Flamengo gastou R$ 191 milhões em contratações.
Desembarcaram sem custo, pelo salário, Saravia, Jussa, Rodinei, Abel Hernández, Leandro Henández, Yuri Alberto e Thiago Galhardo, artilheiro do Campeonato Brasileiro com 15 gols.
Boschilia teve adquiridos 30% dos direitos federativos por 1,2 milhão de dólares, R$ 6,6 milhões pela cotação atual. Pelo mesmo valor, Marcos Guilherme teve adquiridos 70% dos direitos.
O Bahia vendeu 25% dos direitos de Moisés ao Inter por R$ 1,6 milhão e levou Zeca por empréstimo. O empréstimo de Musto custou R$ 325 mil.
Com estes reforços e a manutenção dos principais jogadores, o Inter lidera o Brasileiro, está nas oitavas de final da Libertadores e nesta semana garantiu vaga para as quartas da Copa do Brasil. Mas também é verdade que foi mal no regional.
Mesmo com a expectativa de um déficit de R$ 60 milhões nesta temporada, prejuízo provocado pela pandemia do coronavírus, que por um bom momento parou o futebol brasileiro, retornando com os estádios sem público, o Inter manteve os jogadores considerados imprescindíveis.
Propostas não faltaram. Edenilson, por exemplo, esteve na mira do Al-Ittihad. Pelo volante de 30 anos, um dos motores do time, o Inter teria recusado uma oferta de R$ 28 milhões.
Até agosto, o clube gastava uma média de R$ 15 milhões por mês com todo o futebol, incluindo salários de jogadores, funcionários, comissão técnica, encargos trabalhistas e direito de imagem.
Contratados na temporada que realizaram 15 ou mais partidas como titular: Thiago Galhardo, Saravia, Moisés, Marcos Guilherme, Boschilia, Rodinei e Musto. Maurício chegou nesta semana. Abel Hernández está titular. Saravia e Boschilia vinham sendo destaques até se machucarem.
A semana foi marcada por uma frase do treinador Coudet. Ele afirmou estar trabalhando com um grupo “curto”, ou reduzido. A declaração provocou descontentamento entre os dirigentes, que mandaram um recado: não há dinheiro para qualquer investimento. Cerca de R$ 60 milhões da TV só entrarão na próxima gestão, em fevereiro de 2021.
O Inter começa neste domingo a sua caminhada no returno do Brasileiro. Encara o Coritiba, no Beira-Rio. No turno, vitória por 1 a 0.
Inter, 13 reforços e gastos de R$ 16 milhões
Direção reforçou o time para 2020 com pouco dinheiro
