O presidente do Inter, Marcelo Medeiros, viajou para a Argentina para acertar uma dívida com Diego Forlán.
Motivos da viagem: Forlán não acreditava mais na palavra dos dirigentes. Medeiros foi dizer pessoalmente que o clube honraria a dívida.
E para evitar penhora de bens do clube.
Entre direito de imagem e outras pendengas o Inter devia R$ 13 milhões.
O acerto ficou em cerca de R$ 8 milhões, pedalados.
Nada havia sido amortizado nas gestões Luigi e Piffero.
Tramita uma ação trabalhista de Scocco, contratado em 2013, de valor menor.
No total, são mais de 20 ações de jogadores, que juntas somam cerca de R$ 30 milhões.
O clube não pensa em formar um condomínio de credores, mas tenta encontrar uma forma de minimizar o impacto de tantas ações.
Há ainda parcelamentos que estão sendo pagos independentemente de ação trabalhista.
É o caso do técnico Zago.
Há uma firme intenção da gestão Medeiros de cumprir com seus compromissos financeiros, pedalando dívidas ou não.
O inesquecível Gilberto Medeiros, pai de Marcelo, assumiu a presidência ((1986-87) com esta frase:
“Venho para pagar títulos e não para ganhá-los”.
Foi vice do Brasileiro de 1987.
