Hiltor Mombach

Inter: ações de jogadores batem nos R$ 30 milhões / Parte 2

Vai tempo publiquei o seguinte coluna que levou o título de “jogou no Inter. Ganhou uma Mega-Sena”.
Para ter Forlán de junho de 2012 até junho de 2015 o Internacional se dispôs a pagar cinco milhões de euros pela cessão dos direitos de imagem; 700 mil euros para a empresa Back Sports por ter realizado a negociação.
Não só isto.

Mais salário de R$ 200 mil, acrescido de parcelas quadrimestrais de R$ 710 mil.
Entre salários, 13º e as três bonificações  recebia brutos R$ 4,5 milhões/ano.
Mais a imagem, dividida em parcelas.Em caso de atraso ou não pagamento por mais de 90 dias, vencimento antecipado da dívida restante e multa de 20%.

André Flores atuou como diretor de administração na gestão Piffero.
Volta e meia  escrevia para o “blog vermelho”.
Um dos seus textos dizia que “essa falta de planejamento, contratações sem critérios, tem sido a principal razão das dificuldades financeiras...o Inter planejava um déficit de R$ 251 mil e foi de mais de R$ 8,3 milhões.”

Mais: “A principal justificativa para esse gasto muito acima do esperado é que gastamos algo como R$ 15 milhões com a rescisão do Scocco e do Forlan, o que é surpreendente uma vez que na época em que eles saíram se dizia que o Inter receberia.”
Certamente Flores ouviu da direção que a dívida havia sido quitada. Não foi.