Alguém disse após a reunião do Conselho Deliberativo do Inter que quando se aprova uma comissão de sindicância, como foi aprovado, é sinal de que as coisas serão acomodadas.
Não disse bem assim, mas assim eu entendi.
Durante a reunião foi lida uma carta enviada por Luiz Henrique Nuñez de Oliveira, conselheiro e ex vice-presidente eleito e de marketing e mídia na gestão Piffero.
Luiz Henrique está nos EUA.
Um trecho escancara que nada pode ser acomodado.
“Esta diligência não pode servir para discussões políticas ou para colocar em dúvida a correção e a honestidade de quem quer que seja. Se houver algum mal feito, que o mesmo seja provado e dito claramente o que, onde, como e, principalmente, quem eventualmente tenha cometido qualquer erro.
E, se for o caso, que seja dada à este(s) oportunidade de resposta e contraditório, como assegura a legislação de nosso país. A generalização é um erro grave e deve ser evitada com a responsabilidade que requer, sob pena de prejudicar pessoas e o próprio clube.”
A comissão de sindicância terá que separar o joio do trigo, se encontrar joio, dar nome aos bois, se encontrar bois.
Tem muita gente da gestão Piffero indignada, esperando respostas.
