Hiltor Mombach

Inter: a vaca no poste versão 2017

Quem vê uma vaca em cima de um poste sabe que a vaca está lá.
Como a vaca chegou lá são outros quinhentos.
Escrevi isto nas primeiras rodadas do funesto Brasileiro de 2016.
Era sobre o Inter estar no topo da tabela sem jogar nadica de nada. Parecia estar adivinhando o final da história.
Este Inter em quase nada se parece com aquele.
Para começar, Zago é disparado mais treinador do que Argel.
Até os quero-queros de Quaraí viam o Inter do Brasileiro de 2016 como um amontoado rumo ao inferno da Segundona.
Falcão conseguiu a façanha de desarranjar ainda mais o time e, quando o Inter bancou Roth, lembrei da Lei de Murphy que diz “sorria ... amanhã será pior”.
Lisca veio para fechar o caixão.
O Inter de Zago surge como aquele comercial que dizia “parece, mas não é”.
Parece um time, mas não é.
Mas, e há sempre um mas em tudo, se parece tanto como um time que algumas vezes, como contra o Corinthians e Palmeiras, passa a impressão de que já é um time.
Concluindo: parece um time, mas ainda não é.
Zago precisar acertar uma ou duas peças.
Minha intuição diz que ele está no caminho certo.
Com a ajuda do torcedor, ficará mais fácil.
Ah! Tem reforço que ainda nem estreou.