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O Conselho Deliberativo do Internacional estará reunido nesta segunda-feira para tratar de cinco assuntos. Da ordem do dia: “I - Constituição de Comissão Especial para análise de contratos comerciais, nos termos do requerimento.... Também será debatida a entrega do Projeto Gigante e a reforma do Beira-Rio pela AG. Do pedido: “Senhor presidente. Tendo em vista uma série de informações trazidas a lumen em nossa reunião, em que nós deliberamos sobre as contas de 2012, os conselheiros abaixo firmados solicitam que seja instituída Comissão, na forma do artigo 16, XIII, para acompanhar, interferir, quando entender necessário, nos atos de gestão abaixo relacionados.” Segue abaixo. PLÁGIO "È consabido que nosso clube foi condenado a pagar quase de R$ 2 milhões em processo de plágio, que lhe moveu a empresa Midia Light. Questionado em nossa reunião do Conselho Deliberativo o representante da direção informou que não está sendo feita qualquer sindicância interna para apurar estas responsabilidades. Ante a inércia da gestão impõe-se que este conselho investigue e apure responsabilidades. Caso neste lapso temporal a atual direção tenha instaurado comissão de sindicância, é importante que este CD acompanhe o trabalho...” SPR “Ainda em reunião que analisou as contas de 2012, o representante da direção confirmou que nosso Inter firmou contrato com a empresa SPR em prazo superior a 4 (quatro) anos, ferindo de morte dispositivo de nosso estatuto. Salientamos que este contrato não foi convalidado pelo nosso Conselho Deliberativo, em razão disto impõe-se a interferência deste Conselho Deliberativo como forma de regularizar este.” Após ter recebido e analisado propostas da Meltex e da SPR Franquias pela gestão das lojas oficiais, o Inter tomou a decisão e assinou contrato com a segunda. NIKE "Também na reunião que analisou as contas de 2012, o representante da direção confirmou que nosso Inter pagou comisssionamento pelo contrato de patrocíncio a empresa do sr. Gilmar Veloz e aos funcionários do marketing. Apesar de referir que esta é uma pratica corriqueira no “mercado” até esta data não foram acostados documentos que garantem a legalidade deste tipo de transação. Em razão do exposto. e por todos os temas de referirem a mesma área administrativa, pugnamos pela criação de uma comissão especial de sindicância deste Conselho...”