Amigos, o Inter é o time a ser batido neste Brasileiro. Cometendo uma verdade não tão exagerada diria que se Roger tivesse assumido antes este colunista iria, finalmente, morder a língua.
Feito um Nostradamus dos pampas, sentenciei em 2003, quando da extinção do mata-mata e da aprovação da fórmula de pontos corridos, que não veríamos Inter e Grêmio festejar um título do Brasileiro pelos próximos 100 anos.
Há previsões que você faz e torce para errar. Ainda não errei.
Mas, e há sempre um mas em tudo, se Roger tivesse chegado antes o Inter seria campeão.
A vítima de ontem foi o Bragantino.
Levou 4 a 1. São 16 jogos de invencibilidade com 12 vitórias e quatro empates.
Ganhou sete das oito partidas como mandante.
Eu não via essa entrega dos jogadores quando Coudet era o treinador.
Empatia, amigos, é um acontecimento. Roger conquistou o grupo pelo seu inegável talento como treinador e pela empatia.
Estamos assistindo uma façanha.
O Inter, que despencava pela tabela, vai encerrar o Brasileiro com chances remotas de título.
A vitória
Alguns torcedores ainda entravam no Beira-Rio quando, aos 4 minutos, Alan Patrick marcou de pênalti.
O Inter levou o empate, mas aos 27 minutos Borré fez 2 a 1.
Aos 29 minutos finais Valencia carimbou a trave.
Aos 30, foi a vez de Wesley acertar a trave.
Aos 40, Wesley fez 3 a 1. Aos 42, Wanderson fechou a conta.
O Inter fez sua parte e de quebra ajudou Grêmio e Juventude.
OS 16 JOGOS
Em casa
2 x 1 Bragantino
2 x 0 Fluminense
2 x 0 Criciúma
1 x 1 Flamengo
1 x 0 Grêmio
3 x 1 Vitória
3 x 0 Cuiabá
2 x 1 Fortaleza
Fora
Vasco 0 x 1
Atlético-MG 1 x 3
Corinthians 2 x 2
Bragantino 2 x 2
São Paulo 1 x 3
Juventude 1 x 3
Cruzeiro 0 x 0
Atlético-GO 1 x 0
Inter atropela e faz outra vítima. Se Roger tivesse assumido antes eu iria queimar a língua
Cometendo uma verdade não tão exagerada diria que se Roger tivesse assumido antes este colunista iria, finalmente, morder a língua.
