É mais do que possível, é provável, que o Conselho Deliberativo do Inter, comandando por Sérgio Juchem, crie uma comissão para avaliar a troca de mensagens entre o presidente Barcellos e o secretário geral do clube, Flávio Ordoque, com o advogado Mateus Marques.
Após o vazamento, Ordoque pediu demissão.
O assunto está nas mãos do Conselho Fiscal, que tem como presidente, José Alfredo Amarante.
Há uma clara divisão de opiniões sobre onde o caso poderá desaguar. Os bombeiros garantem que não haverá a intervenção do Ministério Público nem sanções.
Não consta no estatuto do Inter a possibilidade de impeachment.
Já os incendiários lembram que, quando estourou o escândalo da gestão Piffero, também era quase unânime a opinião de que o Ministério Público não faria intervenção.
Fez.
O caso Piffero estourou quando ele não era mais presidente.
Medeiros tocava o clube.
Agora é diferente. Até que ponto isto influenciará no mandato que vai até o final de 2023 é uma incógnita.
Em campo, o time não encaixa. Fora de campo, é um desencaixe político como jamais visto na instituição.
