Hiltor Mombach

Inter, Borré, Luisito e mais

Esconder que está negociando com Borré não leva a lugar algum. Pelo contrário, mostra que a direção está pensando alto.

A primeira medida de Alberto Guerra ao vencer a eleição presidencial do Grêmio foi ousada e temerária: acenou com a possibilidade de contratar Luiz Suárez. 
O famoso atacante contava com uma proposta do futebol mexicano.
Especulava-se que lá ganharia o dobro.

Aquilo que surgia como um mico, para uma torcida que não havia esquecido o caso Cavani, virou realidade.
Luiz Suárez veio, viu e marcou cinco gols em três jogos. Golaço do Grêmio.
Guerra foi para a luta e não temeu a ousadia explícita.

O Inter quer Rafael Borré.
Atualmente, o colombiano defende as cores do Eintracht Frankfurt, que disputa a Bundesliga e a Champions League. Quer o atacante, mas nega. Importantes dirigentes colorados afirmam tratar-se de especulação da imprensa e de plantação de empresários.

Um dos motivos que levou Suárez a optar pelo Grêmio foi Guerra e seus pares declararem publicamente que queriam o jogador.
Cada gestão tem sua forma de tocar o futebol.
Esconder que está negociando com Borré não leva a lugar algum.
Pelo contrário, mostra que a direção está pensando alto.