Rodrigo Caetano é otimista.
Acha que o Inter pode brigar por vaga na Libertadores.
Poderia usar da malandragem, adotar a tática assumir como executivo de futebol fazendo terra arrasada.
Se nada de certo é porque nada poderia dar certo mesmo; se der certo fica com os louros.
Otimismo não paga imposto.
O Inter saiu da Série B mas a Série B ainda não saiu do Inter.
Rodrigo Caetano chegou chutando o coitadismo para longe:
“O Inter tem que voltar a ser protagonista, como sempre foi na sua história.”
Otimismo não ganha jogo.
Até os quero-queros de Constantina, onde estarei na segunda feira falando sobre o livro “Quando o corpo grita - Síndrome do Pânico” sabem disto.
Mas pessimismo também não ganha.
Pessimismo é um porre, contagia, puxa para baixo.
Vejam o torcedor colorado: faz contas para saber quantos pontos faltam para o time não ser rebaixado outra vez.
Como este colunista, Caetano acha que o Inter conta com um bom grupo de jogadores, que neste aspecto não deve para nenhum dos indicados como concorrentes ao título.
Mas daí a ter um bom time são outros quinhentos.
O Inter precisa pensar positivamente.
Se não ajuda, também não atrapalha.
E não paga imposto.
